segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Meu Dono...
Em um inicio de noite, DONO passa em minha casa, era nosso primeiro encontro, me pega e saimos para nos conhecer e conversar, depois de um jantar leve, me leva a um apartamento ..... escuro, sombrio, paredes escuras, piso negro, moveis negros, apenas alguns abajures ligados em cantos estratégicos .....Me serve uma taça de vinho, sentamos ao sofa, trocamos carinhos, afagos e muitos beijos, DONO segura minha nuca e parte do meu rosto, beija deliciosamente minha boca e nuca ......
inesperadamente me da um tapa, e volta a beijar-me, puxa meus cabelos, rasga minha blusa, deixando meus seios a mostra, expostos, exitados, com os bicos duros, morde-os lentamente, chupa-os .....
mordeo-os devagar e vai aumentando a força até escutar meus gemidos alto, meu grito de dor que não quer sair ..... passa a lingua em seu pescoço, em minha lingua, deixando-me totalmente molhada, derepente me dá outro tapa no rosto, com força moderada ........
tira o restante de minha roupa, deixando me apenas de sandalia, me poe de joelhos, eu ousada solto Teu sinto, abro o ziper lentamente, tiro seu cacete e o abocanho como se fosse o ultimo do mundo
levo outro tapa pois não tinha recebido ordem para fazer isso,
caio ao chão, DONO pega minha coleira e coloca em meu pescoço, sem falar nada, coloca minhas braçadeiras, minhas tornozeleiras, levanta-me com delicadeza, com carinho, me faz carinhos, beijo a minha boca, minha testa, leva-me ao centro da sala prende minhas tornozeleiras em correntes, forçando para deixar minhas pernas abertas, minha xana e anus totalmente expostos.
:
prende minhass braçadeiras, esticando-a em X .....
toca meu corpo com as mãos, todo ele,
cada parte
passa em minha boca uma tira de bolinhas tailandesas . . . uma sequencia de pequena para grande
abre minha bunda
introduz a primeira, que entra facilmente
introduz a segunda com certa dificuldade
na terceira solto um gemido de dor
:
na quarta já não suporto e grito
na quinta uma gota de lagrima escorre pelo meu rosto
Dono a beijo com carinho,chupa meus seios, minha barriga
minha virilha, minha vagina, deixando-me a ponto de gozar
quando menos espero, DONO me penetra a xana com um vibrador
ligando ele no maximo
Serve-se de uma taça de vinho e se senta a minha frente apenas me observando
já estou muito incomodada com as bolinhas no anus
e com um vibrador em minha xana, mas nada falo
Dono me deixa ali por 20 minutos os quais mesmo sem Sua ordem gozo por 3 x
Dono se levanta, se aproxima de mim e puxa sem dó a primeira bolinha do meu anus
desliga o vibrador, mas não o retira, depois puxa a outra bolinha, com maior intensidade, eu grito de dor.
meu Senhor, tapa minha boca com a Sua e puxa as outras bolinhas de dentro de mim, suavemente.
Após ter tirado todas, solta minhas tornozeleiras e braçadeiras, fico de 4, e deliciosa
Ouço Tua doce voz em meu ouvido apenas a sussurar
___GOZA minha CADELA, sinto Tua respiração ofegante e
mente beijo Seus deliciosos pés.
Meu Senhor, pega seu chicote, e me da 30 deliciosas chibatas, entre cada uma delas, sinto suas mão acariciando as marcas deixadas. entre gemidos e lagrimas, estou extremamente molhada de tesão, por sentir os afagos de meu juntinhos explodimos em nossos desejos..
Meu Senhor, pega seu chicote, e me da 30 deliciosas chibatas, entre cada uma delas, sinto suas mão acariciando as marcas deixadas. entre gemidos e lagrimas, estou extremamente molhada de tesão, por sentir os afagos de meu juntinhos explodimos em nossos desejos..
CONTO EXTRAÍDO DO BLOG "DOCE SEDUÇÃO" POSTADO POR YNNE.
Notívago, minha alma de noctâmbulo
Deambulando em becos mais escuros,
Equilibrando os passos, um funâmbulo
Vivendo entre temores, mil apuros.
A peça se anuncia num preâmbulo
Passando por momentos bem mais duros,
Às vezes preferia ser sonâmbulo,
Errante sobre pedras, altos muros...
Mas amo as frias trevas e neblinas,
Enquanto a palidez tanto me atrai,
Na quase transparência; já fascinas
E tomas as vontades num repente,
E quando a noite escura; vem e cai,
A névoa sedutora enfim se sente...
As escadas estavam empoeiradas. A luz era fraca e por milagre estava funcionando. Eu ia na frente segurando uma corda e K me seguia. Ela parecia amedrontada. Entrei no porão e afastei alguns móveis antigos para ganhar mais espaço. Olhei para a viga no teto e joguei a corda por cima dela. K olhava para todos os lados.
“Está preocupada com alguma coisa?”
“Baratas! Eu morro de medo.”
“Prometo que não coloco nenhuma na sua perna.”
“Sem graça.”
Continuei meu trabalho. Fiz uma espécie de laço com a corda e mandei que K colocasse os braços unidos pelo vão que se formou. Ela estava com um certo receio. Parecia que não estava se sentindo bem no porão. Eu não quis saber. Puxei a corda e a prendi num gancho de ferro que havia na parede. Os braços de K ficaram presos no alto. Em seguida, tirei a sua saia, a sua calcinha e rasguei sua blusa. Ela ficou nua. Tirei o meu cinto e lhe apliquei três cintadas seguidas. Ela gritou bem alto.
“Aqui você pode gritar à vontade. Ninguém vai te ouvir mesmo!…”
Apliquei mais algumas cintadas. Ela gritou e se contorceu. O seu corpo branco ficou logo marcado pelas cintadas. Eu me aproximei e delicadamente beijei cada tira vermelha que se desenhava na sua pele. Eu sentia meu coração naufragar num mar de nuvens. Parecia que estava ouvindo antigas canções de poetas esquecidos. Beijei ainda mais alucinadamente a sua boca. Fiz juras de amor e K derramou as suas conhecidas lágrimas.
“Não sei por que o senhor me emociona tanto, não sei mesmo…”
“Você é capaz de dizer isto depois de levar várias cintadas no corpo, sua puta?”
“Não foram as cintadas: foi o beijo e as palavras.”
“Sei.”
Virei as costas e depois me voltei rapidamente pra ela descarregando várias cintadas violentas no seu corpo. Ela gritou até não agüentar mais. Em nenhum momento, clamou por piedade.
“Ainda fica emocionada?”
“Sim. Ainda mais.”
“Vamos ver… até quando…”
“Pra sempre, meu senhor. Pra sempre!”
Eu me dirigi para a escada. Ela tentou se virar:
“Não me abandone aqui, Mestre. As baratas…”
“Foda-se!”
Eu apaguei a luz e subi rapidamente a escada. Corri pelo quintal e abri a porta de casa. Eu acendi as luzes e caí no sofá. Não sei porque lágrimas brotavam sem parar dos meus olhos. “Maldita, puta fodida com seu amor, com sua adoração. Sua cadela ordinária, tarada, pervertida…”
Parei com as lágrimas e os xingamentos. Eu olhei ao redor. Eu tinha morado naquela casa toda a minha infância. Depois que minha mãe se mudou para outra cidade, eu fiquei tomando conta do lugar. Eu pagava uma mulher para limpá-la e de vez em quando, eu abria a casa para que o ar ventilasse e o sol entrasse.
Eu nunca imaginei que prenderia K no porão. O mesmo porão onde eu brincava e imaginava mil loucuras que só um cérebro infantil era capaz de imaginar. Na verdade, eu continuava com um certo infantilismo: eu continuava querendo destruir meu brinquedo predileto. K era o meu brinquedo.
Eu me levantei e fui até o meu antigo quarto. Abri os armários, as gavetas e vi que tudo estava entulhado com roupas velhas e inúteis. Depois me cansei e voltei para o quintal. Havia uma lua cheia que iluminava a piscina vazia. Nunca mais a enchemos de água. Ao longe, os gritos de K pareciam um murmúrio. Um doce murmúrio como esta lembrança da infância que não se apaga.
Voltei para o porão. Abri a porta lentamente e depois acendi a luz.
“Paul!”, ouvi K dizer chorosa.
Eu desci a escada e me sentei numa cadeira ao lado dela.
“Por que o você faz isto comigo?”
“Você me chamou de você, sua puta?”
“Perdão… o senhor…”
Eu me levantei. Olhei para os pulsos de K.
“A corda está frouxa. Por que não me avisou?”
“Eu não sei. Eu quis apenas obedecê-lo.”
Apertei a corda. Ela gritou. Voltei a me sentar na cadeira. Olhei para o corpo de K, percorri cada centímetro, dos calcanhares até a sua nuca. Depois vi em cima de um caixote, um pedaço de borracha. Sorri com uma idéia perversa. Peguei o cano de borracha e mostrei para K.
“Nunca te bati com um cano de borracha, não foi?”
“Por favor…”
“Não foi?” “Foi. O senhor nunca me bateu com um cano de borracha.”
Senti que meu coração ficou acelerado. Ela esperava. Eu esperava. O mundo lá fora esperava. A lua esperava. O cheiro de mofo, os caixotes, o vazio da existência. Tudo aquilo culminou num único momento: quando minha mão, apertando o cano de borracha, desceu violentamente nas coxas de K.
A dor foi tão intensa que ela tentou escapar das outras borrachadas. Foi inútil. E seu gritos de dor, seus gritos pavorosos, verdadeiros gritos medonhos de dor, não abrandaram meu coração. Muito pelo contrário. Tornei-me ainda mais violento. Quando parei, segurei a cabeça de K. Ela estava ofegante de tanta dor. Olhei os seus pulsos e estavam vermelhos:
“Por que você não pede piedade?”
“Porque eu quero servi-lo. Se o senhor está feliz por me tratar desta maneira, eu me sinto feliz por ser útil a sua felicidade.”
“Um dia, vou te fazer implorar por piedade. Ah, se vou…”.
Tirei a corda dela. Depois segurei seu corpo dolorido e o beijei. Beijei com a calma de alguém que beija uma mártir. Coloquei-a deitada de costas no chão. Aquele chão empoeirado e encardido. O sublime ficou ainda mais evidente naquele momento. E sem o menor carinho, lhe dei uma mordida fortíssima no lugar que bati com a borracha.
K deu um pulo e fez uma careta horrível.
“Por que o senhor me maltrata tanto? Por que?”
“Eu quero testar a resistência da sua paixão, da sua submissão.”
“Eu sou uma cobaia, senhor, apenas isto?”
Eu a peguei pelos cabelos e beijei seus lábios novamente.
“Você é a realização dos meus sonhos mais profundos. E é isto que me causa medo. Eu não quero ser engolido por um sonho.”
“Então… só resta o senhor me estuprar. Não há sonho que resista a um estupro.”
Eu sorri. Um sorriso que nasceu do lado negro do meu ser. Eu virei K de bruços. Tirei meu pau pra fora e tentei enfiá-lo na sua bunda. K estendeu os braços e fechou os olhos. Eu não estava conseguindo ficar excitado, mas quando ouvi o que ela murmurava de uma maneira quase inaudível, fiquei tão enlouquecido que comecei a enrabá-la sem conseguir mais parar.
K murmurava:
“Me estupra, papai, me estupra…”stupra, papai, me estupra…”
“Está preocupada com alguma coisa?”
“Baratas! Eu morro de medo.”
“Prometo que não coloco nenhuma na sua perna.”
“Sem graça.”
Continuei meu trabalho. Fiz uma espécie de laço com a corda e mandei que K colocasse os braços unidos pelo vão que se formou. Ela estava com um certo receio. Parecia que não estava se sentindo bem no porão. Eu não quis saber. Puxei a corda e a prendi num gancho de ferro que havia na parede. Os braços de K ficaram presos no alto. Em seguida, tirei a sua saia, a sua calcinha e rasguei sua blusa. Ela ficou nua. Tirei o meu cinto e lhe apliquei três cintadas seguidas. Ela gritou bem alto.
“Aqui você pode gritar à vontade. Ninguém vai te ouvir mesmo!…”
Apliquei mais algumas cintadas. Ela gritou e se contorceu. O seu corpo branco ficou logo marcado pelas cintadas. Eu me aproximei e delicadamente beijei cada tira vermelha que se desenhava na sua pele. Eu sentia meu coração naufragar num mar de nuvens. Parecia que estava ouvindo antigas canções de poetas esquecidos. Beijei ainda mais alucinadamente a sua boca. Fiz juras de amor e K derramou as suas conhecidas lágrimas.
“Não sei por que o senhor me emociona tanto, não sei mesmo…”
“Você é capaz de dizer isto depois de levar várias cintadas no corpo, sua puta?”
“Não foram as cintadas: foi o beijo e as palavras.”
“Sei.”
Virei as costas e depois me voltei rapidamente pra ela descarregando várias cintadas violentas no seu corpo. Ela gritou até não agüentar mais. Em nenhum momento, clamou por piedade.
“Ainda fica emocionada?”
“Sim. Ainda mais.”
“Vamos ver… até quando…”
“Pra sempre, meu senhor. Pra sempre!”
Eu me dirigi para a escada. Ela tentou se virar:
“Não me abandone aqui, Mestre. As baratas…”
“Foda-se!”
Eu apaguei a luz e subi rapidamente a escada. Corri pelo quintal e abri a porta de casa. Eu acendi as luzes e caí no sofá. Não sei porque lágrimas brotavam sem parar dos meus olhos. “Maldita, puta fodida com seu amor, com sua adoração. Sua cadela ordinária, tarada, pervertida…”
Parei com as lágrimas e os xingamentos. Eu olhei ao redor. Eu tinha morado naquela casa toda a minha infância. Depois que minha mãe se mudou para outra cidade, eu fiquei tomando conta do lugar. Eu pagava uma mulher para limpá-la e de vez em quando, eu abria a casa para que o ar ventilasse e o sol entrasse.
Eu nunca imaginei que prenderia K no porão. O mesmo porão onde eu brincava e imaginava mil loucuras que só um cérebro infantil era capaz de imaginar. Na verdade, eu continuava com um certo infantilismo: eu continuava querendo destruir meu brinquedo predileto. K era o meu brinquedo.
Eu me levantei e fui até o meu antigo quarto. Abri os armários, as gavetas e vi que tudo estava entulhado com roupas velhas e inúteis. Depois me cansei e voltei para o quintal. Havia uma lua cheia que iluminava a piscina vazia. Nunca mais a enchemos de água. Ao longe, os gritos de K pareciam um murmúrio. Um doce murmúrio como esta lembrança da infância que não se apaga.
Voltei para o porão. Abri a porta lentamente e depois acendi a luz.
“Paul!”, ouvi K dizer chorosa.
Eu desci a escada e me sentei numa cadeira ao lado dela.
“Por que o você faz isto comigo?”
“Você me chamou de você, sua puta?”
“Perdão… o senhor…”
Eu me levantei. Olhei para os pulsos de K.
“A corda está frouxa. Por que não me avisou?”
“Eu não sei. Eu quis apenas obedecê-lo.”
Apertei a corda. Ela gritou. Voltei a me sentar na cadeira. Olhei para o corpo de K, percorri cada centímetro, dos calcanhares até a sua nuca. Depois vi em cima de um caixote, um pedaço de borracha. Sorri com uma idéia perversa. Peguei o cano de borracha e mostrei para K.
“Nunca te bati com um cano de borracha, não foi?”
“Por favor…”
“Não foi?” “Foi. O senhor nunca me bateu com um cano de borracha.”
Senti que meu coração ficou acelerado. Ela esperava. Eu esperava. O mundo lá fora esperava. A lua esperava. O cheiro de mofo, os caixotes, o vazio da existência. Tudo aquilo culminou num único momento: quando minha mão, apertando o cano de borracha, desceu violentamente nas coxas de K.
A dor foi tão intensa que ela tentou escapar das outras borrachadas. Foi inútil. E seu gritos de dor, seus gritos pavorosos, verdadeiros gritos medonhos de dor, não abrandaram meu coração. Muito pelo contrário. Tornei-me ainda mais violento. Quando parei, segurei a cabeça de K. Ela estava ofegante de tanta dor. Olhei os seus pulsos e estavam vermelhos:
“Por que você não pede piedade?”
“Porque eu quero servi-lo. Se o senhor está feliz por me tratar desta maneira, eu me sinto feliz por ser útil a sua felicidade.”
“Um dia, vou te fazer implorar por piedade. Ah, se vou…”.
Tirei a corda dela. Depois segurei seu corpo dolorido e o beijei. Beijei com a calma de alguém que beija uma mártir. Coloquei-a deitada de costas no chão. Aquele chão empoeirado e encardido. O sublime ficou ainda mais evidente naquele momento. E sem o menor carinho, lhe dei uma mordida fortíssima no lugar que bati com a borracha.
K deu um pulo e fez uma careta horrível.
“Por que o senhor me maltrata tanto? Por que?”
“Eu quero testar a resistência da sua paixão, da sua submissão.”
“Eu sou uma cobaia, senhor, apenas isto?”
Eu a peguei pelos cabelos e beijei seus lábios novamente.
“Você é a realização dos meus sonhos mais profundos. E é isto que me causa medo. Eu não quero ser engolido por um sonho.”
“Então… só resta o senhor me estuprar. Não há sonho que resista a um estupro.”
Eu sorri. Um sorriso que nasceu do lado negro do meu ser. Eu virei K de bruços. Tirei meu pau pra fora e tentei enfiá-lo na sua bunda. K estendeu os braços e fechou os olhos. Eu não estava conseguindo ficar excitado, mas quando ouvi o que ela murmurava de uma maneira quase inaudível, fiquei tão enlouquecido que comecei a enrabá-la sem conseguir mais parar.
K murmurava:
“Me estupra, papai, me estupra…”stupra, papai, me estupra…”
A MINHA MUSA INSPIRADORA
Se tantas vezes luto, agora festa,
Meus dias vagabundo, agora canto..
Nas horas mais difíceis foste fresta
Nos dias sofredores, meu encanto.
Buscando tuas mãos, encontrei fada.
As marcas do destino nunca saem.
Que bom estar contigo, minha amada,
Os meus olhos sorrindo não me traem..
Querida companheira estou contigo,
Em todos os momentos desta vida.
A curva do caminho traz perigo,
Na curva do teu corpo, distraída,
Derrapo meus sentidos, perco o chão.
Não deixe que se acabe o sentimento,
Amor que não precisa de perdão,
É livre passarinho, solto ao vento...
Vestido de esperanças te procuro,
Encontro um verde prado a me esperar,
Dos males deste mundo, já me curo,
O rumo dos meus olhos, teu olhar...
Menina sei por certo nossos rios,
Deságuam no oceano deste amor...
Não deixe que meus sonhos sempre esguios,
Nas ilusões te traga meu pavor...
Nas noites que lutamos, sem espadas,
As bocas nos servindo de punhais...
São noites mais difíceis, pois geladas,
As ruas vão sonhando seus metais...
Nos cantos desta noite, retratadas,
As dores que se tornam desleais;
Navegam procurando a madrugada.
Por vezes nos amamos, canibais...
Não deixe que se chegue indiferença
Preciso de teus braços p’ra nadar.
Amar quem só recebe recompensa,
É simplesmente troca, sem amar...
Amores que vivemos são tão raros,
Nas noites mais difíceis, aquecer...
Os vasos conservamos, pois são caros,
Assim como é querido o bom viver...
Tua beleza intensa faz feliz,
Viver tuas promessas, me faz rei...
Na cama minha intensa meretriz,
Nas ruas minha dama, disso eu sei...
Morrer ao lado teu. Ó quem me dera!
Viver as fantasias dolorosas...
Nas curvas do teu corpo, primavera,
As tuas mãos sedentas, carinhosas...
Belezas sem igual, ninguém mais tece,
Da forma que forjaram, resta nada...
Amar-te se tornou a minha prece.
Nunca te deixarei abandonada...
Meus olhos esquecidos sem descanso
A musa que me inspira, com certeza,
Promete-me viver doce remanso...
Castelos dos meus sonhos, realeza...
Não deixe que termine nosso caso,
Não quero mais viver sem teu perdão...
A vida sem te ter, me leva: ocaso,
Mas quando junto a ti: é solução!
Menina me ninando teu carinho,
Na rede descansando nossos beijos...
Libertos encontrando um manso ninho,
A vida se renova, nos lampejos.
Musa, minha rainha e minha amada,
Princesa que me fez um sonhador.
Escuta esta canção apaixonada
É feita da verdade deste amor...
Meus dias vagabundo, agora canto..
Nas horas mais difíceis foste fresta
Nos dias sofredores, meu encanto.
Buscando tuas mãos, encontrei fada.
As marcas do destino nunca saem.
Que bom estar contigo, minha amada,
Os meus olhos sorrindo não me traem..
Querida companheira estou contigo,
Em todos os momentos desta vida.
A curva do caminho traz perigo,
Na curva do teu corpo, distraída,
Derrapo meus sentidos, perco o chão.
Não deixe que se acabe o sentimento,
Amor que não precisa de perdão,
É livre passarinho, solto ao vento...
Vestido de esperanças te procuro,
Encontro um verde prado a me esperar,
Dos males deste mundo, já me curo,
O rumo dos meus olhos, teu olhar...
Menina sei por certo nossos rios,
Deságuam no oceano deste amor...
Não deixe que meus sonhos sempre esguios,
Nas ilusões te traga meu pavor...
Nas noites que lutamos, sem espadas,
As bocas nos servindo de punhais...
São noites mais difíceis, pois geladas,
As ruas vão sonhando seus metais...
Nos cantos desta noite, retratadas,
As dores que se tornam desleais;
Navegam procurando a madrugada.
Por vezes nos amamos, canibais...
Não deixe que se chegue indiferença
Preciso de teus braços p’ra nadar.
Amar quem só recebe recompensa,
É simplesmente troca, sem amar...
Amores que vivemos são tão raros,
Nas noites mais difíceis, aquecer...
Os vasos conservamos, pois são caros,
Assim como é querido o bom viver...
Tua beleza intensa faz feliz,
Viver tuas promessas, me faz rei...
Na cama minha intensa meretriz,
Nas ruas minha dama, disso eu sei...
Morrer ao lado teu. Ó quem me dera!
Viver as fantasias dolorosas...
Nas curvas do teu corpo, primavera,
As tuas mãos sedentas, carinhosas...
Belezas sem igual, ninguém mais tece,
Da forma que forjaram, resta nada...
Amar-te se tornou a minha prece.
Nunca te deixarei abandonada...
Meus olhos esquecidos sem descanso
A musa que me inspira, com certeza,
Promete-me viver doce remanso...
Castelos dos meus sonhos, realeza...
Não deixe que termine nosso caso,
Não quero mais viver sem teu perdão...
A vida sem te ter, me leva: ocaso,
Mas quando junto a ti: é solução!
Menina me ninando teu carinho,
Na rede descansando nossos beijos...
Libertos encontrando um manso ninho,
A vida se renova, nos lampejos.
Musa, minha rainha e minha amada,
Princesa que me fez um sonhador.
Escuta esta canção apaixonada
É feita da verdade deste amor...
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