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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

TEU SORRISO


SONHO MEU

SONETO 17

QUERO ESTA ROSA

"TUDO...SERIA DIFERENTE!"

EU...NO MEU EU!

O REENCONTRO!

O AMANTE

LÁGRIMAS OCULTA!

RECADO AO MEU BEM!

NASCE UMA FLÔR!

LÁGRIMAS DA LUA

EM BUSCA DA FELICIDADE

É ESSÊNCIAL AMAR!

CORAÇÃO EM PÓ!

ASSOVIO

AMOR IMPOSSÍVEL

ALMA DE POETA

ALADA BAILARINA...MULHER!

ACORDEI ASSIM!

A ROSA






sábado, 28 de agosto de 2010

Pontos excitáveis na mulher



O corpo todo de uma mulher é excitável. Claro que cada mulher gostará de mais carinho em determinado ponto do que outra. Cabe a ela mostrar ao homem o que ela gosta, senão vai ter que esperar até que ele descubra.
A maior fonte de prazer para a mulher, é o clitóris. É o carinho nele que faz com que a mulher atinja o orgasmo. Dificilmente somente a penetração estimula a mulher o suficiente para que ela atinja o orgasmo porque o pênis, durante a penetração, não entra em contato direto com o clitóris, mas algumas posições podem favorecer para que isso aconteça. Por isso que o carinho direto do homem nessa área é tão importante. Mas o homem não deve se concentrar somente no clitóris, pois a vagina, os pequenos e os grandes lábios, dão muito prazer a mulher quando acarinhados.
Mas não comecem a se acarinhar diretamente nos órgãos genitais. Explorem outras partes do corpo, antes de chegarem nos órgãos genitais ou passem por eles e saiam para outras partes do corpo, voltando a seguir.
Tem homem que mal deita na cama com a mulher já vai logo enfiando a mão no clitóris, porque sabe que a mulher vai obter o orgasmo tocando nele. Isso acontece tanto com adolescentes, por falta de experiência, como por falta de paciência com os casais que já estão juntos a mais tempo.
Os pontos mais excitantes para a maioria das mulheres são:


1) Clitóris, seguido de todo o genital (ou vice-versa)
2) Nádegas e região anal
3) Entre o genital e o ânus (chamado de períneo)
4) Nuca
5) As pernas (principalmente a parte interna e detrás delas)


http://www.descobrindoosexo.com.br/
Postado por Sonhos de Rebbecca
Assim como o corpo da mulher, o homem também tem vários pontos que podem ser estimulados com as carícias preliminares, portanto, não é somente no pênis que a mulher deve concentrar as carícias, embora o pênis, especificamente a glande, seja o ponto de maior excitação. Não vamos desconsiderar que cada pessoa pode gostar mais de determinadas carícias do que outra. Tem homem que adora que faça carinho nos seus mamilos, outros odeiam. E, nesse caso, não tem certo ou errado, normal ou anormal, pois é justamente ai que entra a sintonia dos parceiros em se perceberem para agradarem um ao outro.

Um ponto altamente excitante e que alguns homens jovens não deixam que a mulher chegue perto, é a região anal. Essa é uma região de fácil excitação para o homem, assim como é para a mulher. Se o homem é heterossexual e acha que se permitir que a mulher faça-lhe carinho nessa região ela pode achar que ele é homossexual, ele pode relaxar e descartar essa bobagem. O fato de gostar de carícias na região do ânus, não tem nada a ver com homossexualismo.
Os pontos mais excitáveis para o homem costumam ser:
1) Pênis
2) Testículos (essa parte deve ser estimulada com carinhos leves)
3) Região anal
4) As pernas (a parte detrás delas)
5) Virilha


http://www.descobrindoosexo.com.br/
Postado por Sonhos de Rebbecca

Crueldade



Nua, pedes que eu interrompa o canto da chibata sobre tua carne Gemes, inutilmente pela condição de dor que te impusestes
Eras livre, e te entregaste a meu desejo
Sabias-me, pervertido, devasso, e mesmo assim te ajoelhaste e puseste em
minha mão o açoite…
Cala-te!
E torna agora a ser apenas uma cria…
Como aprecio teu arrependimento!
As tuas lágrimas são doce licor.
Chora e geme pequeno animal, a longa dor que será ainda teu cativeiro…
Não vieste a mim buscar piedade
Vieste buscar teu prazer insano…
apenas esqueceste que serias antes de mais nada, prisioneira da minha insanidade!




Desconheço o autor.
Postado por aretusa, cadela de DOM LEE

Um orgasmo para meu DONO


É noite, sozinha em casa e navegando na net. Entro no blog do meu DONO - SENZALA DE DOM LEE, leio seus posts e imagino as cenas.
Fico excitada e me toco. Massageio meu grelo.
Preciso me deitar, gosto do prazer por inteiro.
Muitas cenas passam pela minha cabeça.
Com o dedo, no grelo, no lugar certo, no ritmo certo.
Com o dedo indicador, afasto um pouco mais os lábios para que o grelo fique em evidência.
Já não consigo me controlar direito e me toco com mais força.
Tiro o dedo do grelo e chupo. Gosto de meu gosto.
A buceta pisca, diminuo a intensidade, e fantasio que estou com meu DONO, imagino seu pau, me comendo. Neste momento, a excitação tá no auge.
Imagino ele todo dentro de mim.
Ai pego meu vibrador e massageio meu grelo com ele.
E já não posso me controlar.
Gemo, me contorço.
Sinto o prazer tomar todo meu corpo, penso no Dono, continuo com o vibro.
Aumento a velocidade. Vou gozar.
Neste momento mil coisas me vem à mente, sua voz, suas frases, o que falamos, nossas sessões.
E me deixo entregar nesse prazer intenso.
Gozo.... em homenagem ao meu DONO.

Postado por aretusa, cadela de DOM LEE

A estrofe do amor perdido
















O amor que não lhe disse
está me entristecendo agora.
Não saiu de meus lábios e passou a seu lado
como uma sombra suave!
Eu não o soube olhar,não o soube sentir,
minha boca tampouco
conseguir lhe dizer...
Perdeu-se como um canto que se fina nos lábios,
expirou como um barco que se perde no mar.
Passou como uma sombra... Não o soube sentir...
não o soube sentir... sequer o soube olhar..


Pablo Neruda

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

CADELA FILHA DO CÃO



















Me masturbo diante do Padre no altar

com certeza ele não pensará em santos
mas no gosto da carne em sua língua à roçar...
Cuspo na igreja que prega o que não faz
Cuspo na domesticação fétida dos humanos
baseada na hipocrisia dos seus sorrisos...
Cuspo na remissão dos pecados
que exclui atrocidades cometidas desde a inquisição
E todas as suas chatas beatas mando para o tanque
lavar minhas calcinhas sujas de gozo.
Não sou flor que se cheire
Muito pior que cansanção
Cadela filha do cão!!!
Cadela filha do cão!!!
No meio das pernas tenho do inferno o fogo
e meu clitóris é a hóstia do templo,
da minha igreja que teu membro rígido invade pra comungar
Vem molhar tua boca na água benta
que sai das minhas entranhas
Me chama de puta, cadela vadia
verme, asqueroso lixo, a pior cria
Sou bicho do mato
égua selvagem no pasto
Pra tua fúria primitiva montar
entre cangalha e esporas
Faz meu corpo de quatro inteiro sangrar
égua safada vaca puta cadela
Sou tudo num só lugar
Pega tua faca afiada e me fatia
Separa em partes e me come até cansar
Não sou flor que se cheire
Muito pior que cansanção
Cadela filha do cão!!!
Cadela filha do cão!!!


CRÉDITO: Bruna
Estavam deitados lado a lado depois do fisting

quando o Mestre a puxou pela coleira e
a arrastou até o banheiro.
O Amo a colocou de costas pra ele e de frente
pra parede.
O chão frio naquele mês de maio quase a congelava.
Ainda de quatro sentiu um líquido quente
em suas costas . Virou-se para Seu Senhor e
aproveitou aquele abraço líquido.
Sentiu-se protegida pela chuva de seu DONO.
Ele molhou seu cabelo, sua cara, seus seios,
sua buceta e ordenou que se masturbasse.
Quando estava gozando, o Senhor voltou a
dar-lhe mais, desta vez no caminho inverso.
Seus fluídos se confundiram e
Tita bebeu o mais que pode daquele
dono liquefeito ...


{tita}_GM

Sinfonia Inacabada


O Mestre vai até a gaveta e pega um pedaço de linha vermelha, fina, com 40cm, previamente cortada.
Amarra cada ponta desta linha em um cruzamento
das agulhas. A linha fica pendurada, fazendo
uma ponte entre os seios da escrava. Segurando
pelo centro da linha, o Mestre começa a puxar
em várias direções, com intensidades variadas.
Esses puxões fazem dois filetes grossos de
sangue correrem em direção ao umbigo.
O Mestre fica o tempo todo observando as reações da escrava,
por seus olhos, que brilhavam.
Quando viu que o sangue escorrido já era suficiente, parou e soltou a corda.
Disse:
Agora você terá a punição prometida. Mas antes tenho
que preparar seu grelo para a punição ser mais efetiva.
Foi até a gaveta e pegou uma seringa plástica,
previamente preparada, com a ponta cortada.
Passou a ponta da seringa sobre a buceta da
escrava, que estava encharcada, e posicionou a ponta sobre o grelo. Começou a fazer sucção, deliciando-se com a visão do grelo entrando na
seringa, lentamente preenchendo as paredes
internas da mesma.
Puxando lentamente, observava o grelo entrando.
Sabia que, depois de alguns minutos, o grelo ficaria exposto
da maneira que ele precisava para a punição.
Continuou por cerca de 3 minutos a sugar o grelo com a seringa. Enquanto isso, com a outra mão, já segurava a agulha mais comprida.
Sabia que logo após a retirada da seringa, o grelo
ficaria no ponto ideal para ser transpassado com a agulha,
não queria perder nenhum segundo.
Avisou a escrava:
Vou retirar a seringa e fazer uma penetração lenta,
da agulha, pelo lado direito de seu grelo,
até a agulha atravessa-lo e sair pelo outro lado.
Quero que descreva o que está sentindo, com
perfeição, pois senão repetirei o processo quantas vezes achar necessário.
Retirou a seringa, o grelo, inchado, continuou completamente exposto.
Encostou a agulha na lateral e começou a aumentar a pressão.


A medida que a agulha entrava em sua pele,
A escrava sentia um misto de medo e excitação.
Aquela invasão do metal em seu grelo, a arrepiava de pavor e tesão.
Sabia que ambos agradavam a seu Mestre
e que Ele adorava puni-la por se excitar sem ordem.
Mas sabia, mais que tudo, que ver em seus olhos o olhar de medo
deixava o MESTRE mais realizado.
Tentou a descrever o que sentia,
mas não conseguia.
Aquela agulha a perfurá-la era mais do que podia agüentar.
Pediu permissão a Seu Mestre para gozar.
O Mestre, severo, interrompe a penetração da agulha e diz:
Minha escrava não deve ter entendido
bem minhas instruções. Terei que recomeçar.
O Mestre retira a agulha e começa novamente,
pelo outro lado do grelo, mas antes avisa:
Agora, quero que descreva o que sente, e
não me faça parar, e nem pense em gozar sem minha
permissão. Ou não será uma agulha apenas
a conhecer seu grelo...
A agulha encosta no outro lado do grelo
da escrava, e começa a entrar.
Uma lágrima escorre pelo canto do olho
da escrava.
Odiava ser repreendida.
Sentia-se humilhada por desobedecer a seu Mestre.
E sabia que ele havia ficado descontente, mesmo.
Sentia a agulha entrando e uma onda gelada
a lhe percorrer o corpo.
Ainda que decepcionada por ter desagradado
seu Mestre, Lorna não podia evitar a excitação
ao sentir a agulha a lhe transpassar o grelo,
como que num ritual de circuncisão feminina.
O pânico a invadiu, só de pensar.
Mas seu Mestre não a quereria mutilada,
com certeza.Pelo contrário, estava ali a lhe dar
prazer... E quanto ! A medida que a agulha entrava
nela, a sensação de frio ia sendo substituída por
ondas de calor.
Lorna teve que se concentrar para não gozar
e desagradar o Mestre.
Outra lágrima escorreu pelo rosto da escrava
agora de tesão...
As lágrimas excitam muito o Mestre, que satisfeito, diz:
Ótimo, gostei de seu comportamento.
Será recompensada, mas antes de permitir
seu orgasmo, tenho que fazer uma
última coisa.
Abre a gaveta e pega um cilindro
bem fino, do tamanho aproximado de
uma caneta, com a ponta arredondada,
feito com acrílico transparente.
A escrava sabe onde será usado : na sua
uretra.
O Mestre passa uma boa quantidade de lubrificante
no cilindro, e avisa:
Vou posicionar o cilindro em sua uretra.
Com dois dedos, separa bem os lábios
da escrava, deixando a uretra bem exposta.
Encosta a ponta do cilindro e começa a introduzir.
Lorna não se lembrava de dor maior nem mais aguda
que a desse instrumento que o Mestre costumava usar
em sua uretra.
Quando entrava parecia que estava
rasgando-a por dentro mas aos poucos
aquela sensação horrível de dor ia sendo substituída
por um tesão enorme e ela quase sempre gozava
tocando uma siririca. Agora não seria possível
com aquela agulha a lhe transpassar o grelo.
Mas com certeza o Mestre tinha pensado em algo.


lorna {TC}
TEXTO TRANSCRITO INTEGRALMENTE DO BLOG A MASMORRA
















O Mestre então depila toda a área perto da buceta.

Depois toda a área perto do ânus. Lorna contrai
o cuzinho, toda vez que a lâmina chega próximo
demais... Mas o Dono, habilmente, consegue realizar
a tarefa sem nenhum comprometimento do local.
Findando a tarefa. Joga água abundantemente e,
com uma toalha branca, seca o local. O Senhor
examina o serviço, e acha que ficou bom.
Ele resolve então levantar a parte da frente
da roupa de Lorna. Solta as tiras de pano laterais
e levanta o pano, de forma que apareçam os seios
de Lorna... Lorna percebe que o Amo se delicia
com a visão.
Ele então prende os braços e de Lorna na
cadeira, que até então estavam soltos, com fortes
braceletes de couro, do tipo usado para imobilizar
pessoas violentas.
Isso limita mais ainda os movimentos de Lorna, que
se sente ainda mais a mercê do Mestre.
O Mestre sai novamente e volta empurrando

uma mesinha de aço inox, usada em
instrumentação cirúrgica. A mesa tem
dois andares.No andar de cima vê-se um
pano branco bem esticado, e sobre o pano
diversos objetos aterrorizam Lorna.
O primeiro objeto que chama a atenção da
escrava é seu conhecido dilatador. Ela
já havia visto antes, nas mãos de seu
Mestre, mas nunca o havia usado.
Lorna olha então para o resto do conjunto de
instrumentos, uma mistura de instrumentos
usados em ginecologia e em cirurgia.
Inclusive, lá estão diversos bisturis
e instrumentos de aspecto perigoso.
Lorna sente medo e isso a excita. Na
prateleira inferior da mesinha, ela
consegue identificar objetos de seu
cotidiano: legumes, frutas, uma caixa
de camisinhas, e mais alguns objetos
que ela não consegue reconhecer.
O Senhor se volta para Lorna e diz:
Vou começar a sessão. Com os dedos hábeis o Mestre separa bem os lábios

externos, deixando Lorna mais exposta ainda.
Começa a forçar a abertura, observando toda a
região, inspecionando realmente cada detalhe.
O Mestre percebe a excitação de Lorna, que,
logo no início da sessão, encontra-se ensopada.
O Senhor interrompe o exame e diz:
Não me lembro de ter permitido que se excitasse
ainda. Como ousa ter prazer sem minha permissão?
Sem saber o que fazer, a escrava abaixa a cabeça
ruborizada. Odiava desagradar seu Mestre ,
mas como não se excitar estando nas mãos dele?
O Mestre continuava a fitá-la sério.
O medo tomou conta de todo seu corpo
e Lorna começa a chorar compulsivamente.
Não era a primeira vez que isso acontecia,
não conseguia controlar o tesão.
E o Mestre sempre a castigava com rigor.
Ela já sabia o que a esperava.
Os soluços de Lorna excitavam o Mestre, que

decidiu de qualquer forma prolongar esse
choro da escrava.
E ainda por cima chorando, novamente
sem minha permissão?
Ele começa então a andar lentamente, ao redor
da cadeira, entrando e saindo do campo
de visão de Lorna, que não consegue
controlar seu choro.
Fica observando os seios da escrava,
balançando com os soluços, e decide
que a punição começará por eles.
O Mestre vai até a mesa cirúrgica, abre a gaveta

e pega sua caixa de agulhas. A primeira vez que o
Mestre pegou em agulhas, Lorna quase desmaiou
de medo. Aos poucos fora se acostumando,
hoje eram suas aliadas. Ela se excitava só ao
olhar para a caixa.
Mas se seu Senhor a estava pegando
num momento de punição, talvez
houvesse novos usos para elas.
Sentia o olhar do Dono, conhecia bem aquele
olhar sádico.
Ficou com mais medo.
Tomara que ELE não me toque agora, pensou,
ao sentir sua excitação escorrer pelas pernas.
Após calçar as luvas o Mestre abriu a caixa

de agulhas e separou cinco delas. Quatro mais
curtas, e uma mais comprida porém mais fina
que as anteriores. Ele então faz exatamente
o que a escrava temia. Vai diretamente conferir
o grau de excitação, e percebe que a escrava
está extremamente excitada. Isso causou uma
enorme satisfação ao Mestre, porém
ele se controlou e não deixou que a escrava
percebesse. Afinal, ela estava em um momento
de punição, e não cabia nenhum tipo de
misericórdia neste momento.
Colocou as cinco agulhas, uma ao lado da outra,
sobre uma bandeja de aço inox.
Disse solene:
Sua punição será: Duas agulhas transpassando
cada mamilo, e essa maior será usada em seu grelo
Sem esperar qualquer reação da escrava, o

Mestre rapidamente segurou o mamilo direito
entre seus dedos, puxando com força. Deixou
a pele bem esticada e com a outra mão,
pegou uma agulha, curta e grossa.
Encostou a ponta da agulha no mamilo e o
transpassou horizontalmente.Um filete de
sangue começou a escorrer, descendo pelo
seio da escrava. Ela sabia do tesão que
seu Senhor tinha por sangue. Chegou a
perceber a excitação física dele.
Ficou feliz que tivesse sangrado...
Sem largar o mamilo pegou outra agulha
e o transpassou verticalmente, formando
uma cruz no mamilo e deixando-o
mais eriçado. Desta vez não sangrou.
Lorna ficou um pouco decepcionada. Fez
o mesmo no seio esquerdo, de onde
brotaram dois filetes de sangue que o
Mestre sugou.
As predileções vampirescas do Mestre
excitavam-na.
Existem , feliz ou infelizmente, coisas inconclusas

em nossas vidas. Este conto foi uma delas.
Escrito a quatro mãos com um Senhor ao qual
pertenci e muito me honrou servir.
Hoje dou por encerrado.
É preciso zerar algumas coisas
para que possamos, livres,começar outras.


enviada por d´a masmorra
TRANSCRITO INTEGRALMENTE DO BLOG A MASMORRA.

POEMA DE UMA FANTASIA













Madrugada na rua vazia
Ele chega sem avisar
Surpreende e me rende
Na mala do carro
Bandido, me joga e me prende
e entre força e ameaça
na mordaça, faz minha boca calar
algemada e assustada
na escura caverna trancada
já nem sei o que pensar
o ar me falta , com medo, tento gritar
Por favor, me solte! Mas não posso...
A boca lacrada, estou a sufocar....
Enquanto o louco tesão nem disfarça
de dentro pra fora...
o fluido da flor começa a gotejar
E na velocidade do algoz
Nem dia e nem hora, agora a história
começa ali.... e só ele sabe o final
E naquele interminável escuro
meu corpo gelado, excitado e inseguro
é jogado para um lado e para outro
Até que num freio violento
Percebo que tudo parou
Minh'alma gela, a respiração acelera...
O barulho da rua silencia, cessou
O porta-malas é então aberto
E a sombra daquele homem
Sob a luz da noite a me encarar....
Violento me pega pelos cabelos
e sem dizer nada, até um quarto me arrasta
entre muitas pedras e sujeiras
Me xinga, fala besteiras
Quer me atingir, me fazer cair
Mas em contrário do que ele queria
Meu corpo em fogo acendeu
Ao ver em sua mão, uma faca
Assustada.... Apenas eu
Em êxtase fiquei a olhar parada
A cena e fúria do cão raivoso que esbravejava
Se abrir a boca, te calo!!!
Se gritar, te espanco!!!
Eu sentia tanto medo,
E, ao mesmo tempo.... O meu corpo desejava
Em cara de anjo dissimulada, disfarçava
Igual presa a sofrer...........
Por favor!!!! Não me machuca, Senhor...
Queria mesmo era pedir socorro pra ver
o que tal demônio poderia fazer
E em minha cabeça algo implorava, pedia
Por favor!!! Seja tudo que eu queria...
O perverso lobo e o carrasco
Não me dá chance, se eu tentar
das tuas mãos e prisão escapar
acorrenta-me, prenda-me em cadeado
seja para mim o pior diabo
Me faz em teu inferno...
No paraíso acordar.


CRÉDITOS: Bruna

ARETUSA - 3º ANIVERSÁRIO

CADELA QUERIDA.
DEPOIS DE AMANHÃ, DIA 29/08, FAZEM 3 MESES, QUE VC ME PERTENCE.
FORAM 3 MESES, DE MUITO TRABALHO, MUITA PACIÊNCIA, MUITA CUMPLICIDADE, MUITO CARINHO, MAS, TAMEM DE PRAZERES INTENSOS E INDESCRITÍVEL.
HOJE, SINTO-ME MARAVILHADO, AO OLHAR PARA TRAZ E RELEMBRAR O TEU CRESCIMENTO DIÁRIO. DEGRAU POR DEGRAU.
AINDA FALTA MUITO PARA QUE VOCE ATINJA O ÁPICE, POREM, JAMAIS ATINGIREMOS A PERFEIÇÃO.
ESTOU FELIZ COM A SUA CAMINHADA, COM O SEU CRESCIMENTO DIÁRIO, COM O SEU PROGRESSO.
A PRIMEIRA ETAPA DESTA JORNADA, ESTÁ CUMPRIDA. AGORA VAMOS PARA A SEGUNDA.
ESPERO QUE, DAQUI A SEIS MESES, QUANDO ESTIVER-MOS FINALIZANDO ESTA ETAPA, EU POSSA SENTIR O MESMO ORGULHO QUE SINTO DE VOCE HOJE.
É MUITO BOM, DOMINAR A QUEM SE ENTREGA A DOMINAÇÃO.
É MUITO BOM TER VIVIDO ESTE PERÍODO AO TEU LADO
SER UMA MULHER, NÃO É FÁCIL.
SER UMA KADELA, UMA SUB, UMA ESCRAVA, É MAIS DIFICIL AINDA, E NÃO É PRA QUALQUER UMA NÃO.
POR ISSO E POR MUITO MAIS, DEIXO AQUI, MEUS CUMPRIMENTOS POR ESTE MOMENTO TÃO SUBLIME, E DIGO QUE VOCE TORNOU-SE UMA CADELA MUITO ESPECIAL.

BJS DO SEU DONO.













Amar é...

Sentir no corpo o calor do abraço,
nos lábios o gosto de um beijo
e no peito a felicidade.
Fazer da lua a musa do seu dia,
do vento o mensageiro
do carinho e da noite um labirinto de saudade.
Sentir um segundo de ciúme,
sofrer um instante de solidão.
Chorar a ausência de alguém
e viver um momento de paixão.
Ver a saudade como prova de amor.
E fazer do mundo, um paraíso encantado.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ESCRAVA CONSTRUÍDA











Sou fruto da tua construção…
Fui feita silenciosamente, dia a dia, com a precisão
da tua Engenharia…
Minha mente e minha lógica, previamente estudadas,
transformaram-se em cálculos e fórmulas de um projeto
a que chamastes de “escrava em construção”
Deletaste a palavra “renúncia” da minha mente. No
lugar dela colocastes “unidade”, porque querias uma
escrava/parceira que nunca perdesse a individualidade.
E nesse momento a primeira regra era escrita:
“Te proíbo de te anulares, te quero pensante.”
Depois era a vez da palavra “adoração” ser
deletada e substituída por “admiração”
E nesse momento aprendi que assim como as
escravas, os Doms também têm limites,
fraquezas e erros.
E escrevestes a segunda regra:
“Não me endeuse, admire-me e respeite-me
como homem, falível e com limitações”
A próxima palavra a ser deletada era
“obediência cega”.
E passastes a escrever a 3a. regra:
“Questione sempre e tudo”.
Que sentido tem o castigo, se quem o recebe
não conhece as razões?
Era chegada a vez da palavra rebeldia. E a ela
destes grande destaque.
E construístes a escrava que se rebela
quando não recebe atenção.
E assim aprendi que falta de atenção e carinho
não são castigos, mas demonstrações
de insegurança e de imaturidade.
E veio então o arremate final. Com a palavra
liberdade, quase a ofuscar todas as outras,
terminavas a minha construção.
E pela primeira vez, questionei e rebelei-me,
como fui programada por ti a reagir.
E com a maestria do Criador… me mostraste então
a personalidade final da tua criatura.
Livre, independente, rebelde, imponente e
guerreira. Incapaz de curvar-se a quem
quer que seja
Diante dessa visão, senti raiva e indignação
pelo resultado da tua construção… e quando tentei
reagir… deparei-me com o seu olhar firme e sereno
a me perguntar “Tem algo para me dizer?
… E de olhos baixos e alma curvada respondi…
“Não, Senhor…”
E com um sorriso vitorioso…assinastes e
destes nome a escrava construída e regida
pelos teus (e hoje nossos) princípios e desejos…
“O Homem que submete o corpo de sua fêmea sem cuidar, antes de ser Dono da sua mente, é um fraco.
A cadela que entrega somente seu corpo, uma estúpida”

Esse poema, Escrava Construída, foi retirado do site:http://br.geocities.com/bdsm_serpentes_vagalumes_fadas/escrava_construida.htm - desconheço a autoria
Castigo – Final

















Ouvindo os gritos de gozo, eu me surpreendi quando senti as lágrimas rolando. Porquê apesar delas, eu não sentia o desespero que deveria acompanhar o meu choro. Eu estava entorpecida, em minha função de cabideiro. Não conseguia identificar qualquer sentimento, mas aquele choro me dizia, como se fosse um sinal de fora de mim que eu sofria. E se sofria, gostava.
O DONO continuou apertando-a contra seu peito, até que a respiração da cadela se normalizasse. Ela tentou se aninhar e beijá-lo mas ele a empurrou, sentando-se em sua poltrona.
De quatro.
Trôpega e confusa ela obedeceu de olhos baixos.Ele passou a sola de um dos pés por seu rosto.
Lamba.
Estremeci com o som do tapa.
Assim não. Lamba como a cadela que é.
Eu não conseguia ver o rosto dela, mas tinha a visão perfeita de sua xaninha careca e de suas nádegas, ligeiramente reparadas . Ela era toda rosada. Rosada e brilhante com os sucos do desejo que sentia por estar ali.
Pare. Lábios no chão.
Ele não tinha pressa. Trouxe um consolo e enfiou-o na xaninha cor-de-rosa. Sentou-se novamente e a trouxe para mais perto de si, ainda de quatro.
Continue.
Enfiou dois dedos em sua bunda. Ela suspirou. Tentava se conter, mas deixava escapar alguns movimentos quase involuntários. Ele enfiou outro dedo e mais outro. Agora já eram quatro.
Não sei quem iniciou você putinha, mas fez um belo trabalho.
Ela agora gemia, sem parar de lamber-lhe os pés.Quando enfiou o quinto dedo em seu cuzinho, ele lhe autorizou a rebolar. Ele socava sem parar na bunda dura e empinada, acariciando-lhe os cabelos e os seus seios, divertindo-se em fazê-la gozar. Quando sentiu o anel começando a latejar e apertar seus dedos retirou-os bruscamente, fazendo-a gritar surpresa, assustada e frustrada pela interrupção do gozo.
Mas que vagabundinha…Quem lhe disse que podia gozar de novo cadela? Não se pode mesmo elogiar vocês…Não passam de putas porcas e safadas…
Do nada,

vem o silêncio que nos ensurdece.
É o momento
que o poeta descansa.
É o tempo que poucos ouvem,
do silêncio.
pedra atirada n´água
estrela caindo do céu
letras, brincando, sem véu.
O surgimento consolidado,
como cimento.
Mas, antes de existir luz e escuridão,
houve o silêncio, sem permissão.
houve o silêncio.
sonífero do tudo…
das pedras
das estrelas
das letras.
Quando se foi o silêncio
intruso passageiro
se foi o ouvir.
Do tudo,
vem o som que nos emudece.


CRÉDITOS: Sandra Barbosa